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Após desoneração, Minicom espera crescimento de 33% do mercado de M2M

Após desoneração, Minicom espera crescimento de 33% do mercado de M2M

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O Ministério das Comunicações espera que o mercado de equipamentos M2M (machine-to-machine) no médio prazo cresça 33% em relação ao que cresceria caso não tivesse acontecido a redução do Fistel para esses equipamentos. A estimativa foi feita pelo diretor do Departamento de Banda Larga do Minicom, Artur Coimbra, na cerimônia de instalação da Câmara de Gestão e Acompanhamento do Desenvolvimento de Sistemas de Comunicação Máquina a Máquina.

O Fistel para os equipamentos M2M – classificados como aqueles cuja operação independe de intervenção humana – teve uma redução de 80% desde maio, quando aconteceu a publicação do decreto que regulamentou a medida. A preparação do sistema da Anatel para licenciamento dos equipamentos dentro das regras da desoneração, contudo, atrasou. Os primeiros equipamentos desonerados foram cadastrados apenas em agosto, quando, segundo Coimbra, foram licenciados 40 mil equipamentos já com a desoneração.

“A Câmara funcionará como uma caixa de ressonância para a produção de políticas pública. Existe todo um caminho a ser construído para que a gente tenha uma política transversal, a desoneração foi só o primeiro passo, mas, com a Câmara, a gente acredita que vai chegar lá”, afirma ele.

Além disso, a Câmara Setorial tem o objetivo de produzir uma padronização para a coleta de dados sobre esse mercado. “No Brasil e no mundo, todos esses dados são muito imprecisos”, afirma Coimbra. O outro objetivo é acompanhar o desenvolvimento do mercado.

Artur Coimbra, que será presidente substituto da Câmara, mencionou algumas previsões em relação ao crescimento desse mercado. Em 10 ou 15 anos, por exemplo, a expectativa é de que o setor gere receita da ordem de US$ 15 trilhões no mundo. No Brasil, as pesquisas falam que é possível chegar a 1,5 bilhão de dispositivos. “São números assustadores. Por um lado é um alento, em função das grandes oportunidades; e por outro uma preocupação sobre em que medida estamos preparados”, pondera ele.

A Câmara será presidida pelo secretário de Telecomunicações do Minicom, Maximiliano Martinhão, e terá como integrantes os representantes dos Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; da Anatel; da indústria de equipamentos de tecnologias da informação e comunicação; das prestadoras de serviços de telecomunicações; de instituições de ensino e pesquisa que desenvolvam atividades relacionadas aos sistemas de comunicação máquina-a-máquina; e de desenvolvedores de aplicações para sistemas de comunicação M2M.

 

Fonte: Mobile Time